Andando por esta cidade doente, olho para o céu.
Azul, límpido, brilhante.
Queria alcançar toda esta Beleza.
Penso, quando chegará a minha vez?
Seria a Vida só esforço, adaptação e Dor?
Quando minha metade chegará?
Estaria na frente do meu nariz enquanto não consigo enxergar?
Somos todos iguais,
Mas o cabloco do Amazonas não tem os mesmos direitos
Do que o herdeiro do trono de um país do Velho Mundo.
Fonte: Poesia de Laura Guerra
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1 comentários:
Fico feliz por saber que há gente por aí que aprecia o que escrevo.
Obrigada pela inclusão em seu blog dos meus textos.
Muita Paz!
Laura
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